Falar sobre a actividade política hoje, não é tarefa fácil e muito menos apaixonada. A vida pública tem sido conduzida por entre um cenário de sombras, de interesses, de estratégias que em nada dignificam a praxis politica e a vida pública ao serviço de uma causa colectiva.
Os discursos politicos até parecem ter esse imaginário de estar ao serviço de uma causa, de um designio, de uma acção, mas quando sujeitos a uma análise mais fina e cuidada, ficasse com a impressão que estamos num mundo de fazer de conta, de metáfora, de truque, de jogada que nada tem haver com os interesses das populações.
A pratica política sempre foi um rasgo de criação e de imaginação ao serviço de mundos novos, de sociedades alternativas, rompendo com os passadismos e com os conservadorismos toscos que em nada patrocinam a criação de qualidade de vida e um mundo mais progressista e moderno.
Eleitos e eleitores organizam-se de forma mecânica, segundo leis de interesses e de cumplicidades, que em nada dignificam a liberdade e a democraticidade da rez pública. Torna-se necessário reforçar os mecanismos da participação pública na vida política, de forma a transformar as sociedades em ágoras de pensamento critico ao serviço da comunidade e do mundo social.
Quando fazemos uma análise mais concreta deste fenómeno e focalizamos um caso concreto, as nossas duvidas se existiam de imediato se desfazem como fumo.
Vejamos, por exemplo, o que se passa na vida politica de uma Câmara da Região do EDT (Entre Douro e Tâmega) como é o caso de Baião.
O Partido Socialista liderado por José Luís Carneiro ganha as eleições em 2005 e mantem-se no poder até 2013, isto é, dois mandatos consecutivos. O PSD perde a Câmara em 2005 e em 2009 sofre uma derrota clamorosa, na disputa contra o actual presidente de Câmara, tendo como candidato uma figura que cai em Baião, com o apoio da Distrital, como foi o caso do Senhor José Carlos Póvoas. A imposição ou não deste candidato a Baião transformou-se num epifenómeno da política regional.E consequentemente numa das maiores derrotas que o PSD local teve na sua história política.
Ainda hoje, está por esclarecer como é que este senhor cai como cabeça de lista do PSD em Baião. O Povo de Baião, ia aos comicios e deparava com uma figura cinzenta, pequena, sem oratória e sem conteudo, sem alma, sem energia que fazia uns discursos muito longos e aborrecidos perante uma plateia resignada e orfão de um líder que tinha perdido as eleições em 2005, depois de 12 anos de actividade política intensa e criativa em prol do desenvolvimento das gentes de Baião. Claro que estou a falar da Exma Doutora Emilia Silva, ex-presidente de Câmara de Baião.
O candidato a Presidente e actual vereador na Câmara Municipal de Baião nunca teve bem a consciência desta realidade política. Seguramente, José Carlos Póvoas não tinha e não tem o perfil político para substituir a Exma Doutora Emilia, uma presidente energética, inteligente, trabalhadora, dinâmica com um discurso político que toca nas pessoas e as mobiliza para a mudança necessária. José Carlos Povoas era exatamente o oposto, um simples técnico superior da ARS, que se deslocava à região para tratar dos assuntos da ARS, mas a quem o Povo de Baião não reconhece legitimidade nem autoridade para liderar os seus destinos e o futuro dos seus filhos.
Perante esta realidade política local o PS liderado pelo Presidente de Câmara, associando-se a alguns representantes de instituições locais organiza toda uma estratégia de assimilação de forma a condicionar a actividade da oposição na sua Vereação. Dando a ideia de que tudo estava a correr da melhor forma e que ele era tão bom presidente que nem a oposição o contestava. Nesta estratégia condicionou a imprensa local, as empresas locais, as instituições privadas sem interesses lucrativos, e a oposição local. Nada se passava de relevante da vida politica e na vida partidária. Estavamos perante uma espécie de paz social e política tipo Grande Únião Local.
Durante muito tempo, em Baião a oposição era um fazer de conta, uma fachada que servia outros fins e outros interesses, que não os da democracia e da participação politica aberta e livre das pessoas e instituições. Passava-se a imagem de uma bondade plena, tudo era oásis, paz, desinteresse, bem-publico. A imprensa com as entrevistas ao Senhor Presidente servia para alimentar este estado de coma induzido, esta sonolência politico-partidária, que alguns angustiadamente não aceitavam e não compreendiam. O Povo nos cafés, ao fim da missa, nas feiras e festas lá ia comentando o epifenómeno...
O Vereador do PSD José Carlos Povoas foi assim construindo uma pratica política de sonolência, aprovando quase sempre todas as propostas do PS, sem discussão relevante e sem oposição energética. Foi sempre uma figura irrelevante, sem dimensão pública, sem intervenção nos meios de comunicação. Enfim, uma figura em estado de coma político. Sempre muito bem comportado, dedicado e submisso ao Presidente José Luís Carneiro.
Com a nova Comissão Política do PSD de Baião, tendo como Presidente Luís Sousa e como Vices-Presidente Fernando Matos Rodrigues e Patricia Silva, as coisas mudam substancialmente de rumo. O PSD passa a ter uma agenta política, um caminho a precorrer, com um candidato para concorrer às próximas eleições (o actual Presidente da Comissão Politica - Drº Luís Sousa) e define uma estratégia de defesa e luta por Baião.
Esta nova realidade não encaixa no perfil do Vereador Póvoas que se mantém submisso e dependente da estratégia de assimilação do PS e do seu Presidente José Luís Carneiro. A partir daqui, uma série de acontecimentos muito graves ococrrem entre este Vereador e a actual direcção do PSD de Baião. O que leva à retirada de confiança política a este vereador em reunião da Comissão Política e com o apoio de toda a Mesa do Plenario na pessoa do seu Presidente e Vice-Presidente Drs Nuno Lobo / Carlos Pinheiro.
Os discursos politicos até parecem ter esse imaginário de estar ao serviço de uma causa, de um designio, de uma acção, mas quando sujeitos a uma análise mais fina e cuidada, ficasse com a impressão que estamos num mundo de fazer de conta, de metáfora, de truque, de jogada que nada tem haver com os interesses das populações.
A pratica política sempre foi um rasgo de criação e de imaginação ao serviço de mundos novos, de sociedades alternativas, rompendo com os passadismos e com os conservadorismos toscos que em nada patrocinam a criação de qualidade de vida e um mundo mais progressista e moderno.
Eleitos e eleitores organizam-se de forma mecânica, segundo leis de interesses e de cumplicidades, que em nada dignificam a liberdade e a democraticidade da rez pública. Torna-se necessário reforçar os mecanismos da participação pública na vida política, de forma a transformar as sociedades em ágoras de pensamento critico ao serviço da comunidade e do mundo social.
Quando fazemos uma análise mais concreta deste fenómeno e focalizamos um caso concreto, as nossas duvidas se existiam de imediato se desfazem como fumo.
Vejamos, por exemplo, o que se passa na vida politica de uma Câmara da Região do EDT (Entre Douro e Tâmega) como é o caso de Baião.
O Partido Socialista liderado por José Luís Carneiro ganha as eleições em 2005 e mantem-se no poder até 2013, isto é, dois mandatos consecutivos. O PSD perde a Câmara em 2005 e em 2009 sofre uma derrota clamorosa, na disputa contra o actual presidente de Câmara, tendo como candidato uma figura que cai em Baião, com o apoio da Distrital, como foi o caso do Senhor José Carlos Póvoas. A imposição ou não deste candidato a Baião transformou-se num epifenómeno da política regional.E consequentemente numa das maiores derrotas que o PSD local teve na sua história política.
Ainda hoje, está por esclarecer como é que este senhor cai como cabeça de lista do PSD em Baião. O Povo de Baião, ia aos comicios e deparava com uma figura cinzenta, pequena, sem oratória e sem conteudo, sem alma, sem energia que fazia uns discursos muito longos e aborrecidos perante uma plateia resignada e orfão de um líder que tinha perdido as eleições em 2005, depois de 12 anos de actividade política intensa e criativa em prol do desenvolvimento das gentes de Baião. Claro que estou a falar da Exma Doutora Emilia Silva, ex-presidente de Câmara de Baião.
O candidato a Presidente e actual vereador na Câmara Municipal de Baião nunca teve bem a consciência desta realidade política. Seguramente, José Carlos Póvoas não tinha e não tem o perfil político para substituir a Exma Doutora Emilia, uma presidente energética, inteligente, trabalhadora, dinâmica com um discurso político que toca nas pessoas e as mobiliza para a mudança necessária. José Carlos Povoas era exatamente o oposto, um simples técnico superior da ARS, que se deslocava à região para tratar dos assuntos da ARS, mas a quem o Povo de Baião não reconhece legitimidade nem autoridade para liderar os seus destinos e o futuro dos seus filhos.
Perante esta realidade política local o PS liderado pelo Presidente de Câmara, associando-se a alguns representantes de instituições locais organiza toda uma estratégia de assimilação de forma a condicionar a actividade da oposição na sua Vereação. Dando a ideia de que tudo estava a correr da melhor forma e que ele era tão bom presidente que nem a oposição o contestava. Nesta estratégia condicionou a imprensa local, as empresas locais, as instituições privadas sem interesses lucrativos, e a oposição local. Nada se passava de relevante da vida politica e na vida partidária. Estavamos perante uma espécie de paz social e política tipo Grande Únião Local.
Durante muito tempo, em Baião a oposição era um fazer de conta, uma fachada que servia outros fins e outros interesses, que não os da democracia e da participação politica aberta e livre das pessoas e instituições. Passava-se a imagem de uma bondade plena, tudo era oásis, paz, desinteresse, bem-publico. A imprensa com as entrevistas ao Senhor Presidente servia para alimentar este estado de coma induzido, esta sonolência politico-partidária, que alguns angustiadamente não aceitavam e não compreendiam. O Povo nos cafés, ao fim da missa, nas feiras e festas lá ia comentando o epifenómeno...
O Vereador do PSD José Carlos Povoas foi assim construindo uma pratica política de sonolência, aprovando quase sempre todas as propostas do PS, sem discussão relevante e sem oposição energética. Foi sempre uma figura irrelevante, sem dimensão pública, sem intervenção nos meios de comunicação. Enfim, uma figura em estado de coma político. Sempre muito bem comportado, dedicado e submisso ao Presidente José Luís Carneiro.
Com a nova Comissão Política do PSD de Baião, tendo como Presidente Luís Sousa e como Vices-Presidente Fernando Matos Rodrigues e Patricia Silva, as coisas mudam substancialmente de rumo. O PSD passa a ter uma agenta política, um caminho a precorrer, com um candidato para concorrer às próximas eleições (o actual Presidente da Comissão Politica - Drº Luís Sousa) e define uma estratégia de defesa e luta por Baião.
Esta nova realidade não encaixa no perfil do Vereador Póvoas que se mantém submisso e dependente da estratégia de assimilação do PS e do seu Presidente José Luís Carneiro. A partir daqui, uma série de acontecimentos muito graves ococrrem entre este Vereador e a actual direcção do PSD de Baião. O que leva à retirada de confiança política a este vereador em reunião da Comissão Política e com o apoio de toda a Mesa do Plenario na pessoa do seu Presidente e Vice-Presidente Drs Nuno Lobo / Carlos Pinheiro.